sábado, 19 de setembro de 2009

Deliciosamente... Loucura

Optei pela loucura
Ignorei a sabedoria
E decidi amar você

Anulei a prudência
E mergulhei neste sonho...
Fluiu das minhas entranhas
O fogo desta paixão.
Assumo que desejo você.

Lembro de nossos beijos...
Sinto saudades de nossas noites de amor,
Das palavras não ditas, mas entendidas
Das frases inacabadas.

Insanamente meu amor,
Entrego-me a segurança do teu abraço!
Vibro com o brilho do teu olhar
E fazemos amor em meu coração...

É um misto de sonhos e fantasias
Que explode contidamente em nosso silencio.

Somos cúmplices na sutileza de nossos desejos,
Aliados no sofismo que protege o nosso querer...
Emoção única!
Deliciosamente apenas nossa.

(Cris)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Viagem

Transportei-me a ti e descobri
que a distância física é insignificante.
Não vi teu rosto, teu sorriso...
Tua expressão de dor e frustração.
Mas percebo tuas emoções.


Pude senti-lo próximo...
A sensação foi única e inexplicável.
Teu perfume ficou em mim.
Estou aprendendo a ver com a alma...


Tua presença me conforta...
É como um reencontro
São descobertas...


Os sentimentos fluem da fonte do meu ser...
Talvez estivessem adormecidos
Esperando o momento exato de revelar-se.

Brota-se no coração alforria da vida que vem da alma.
É feito água cristalina, estrelas no breu...
É puro como a paz
É melodia sonora, deliciosamente renovadora.

É uma viagem até você,
Onde seremos mais que dois ou apenas um e único.

(Cris)

domingo, 13 de setembro de 2009

Momento de pensar, calar e partir...

Sou prisioneiro de mim mesmo
Cárcere de ações praticadas,
de amores nunca vividos,
de tudo o quanto não fiz.

Me permiti sonhar,
Acreditar, ansiar.
Transgredi leis imortais.
Sou ser limitado.

Lutei pela vida
Pelas minhas escolhas
Desejei mais do que o permitido.

Senti-me injustiçado
Foi batalha perdida.
Rendi-me ao inimigo invisível.
Perdi a paz.
Sai ferido.

Magoei pessoas que amei
A culpa é minha sentença.
A esperança é nula.
O ego agoniza.

Necessito romper
a covardia conflitante,
Sair de Cena.
Esquecer quem sou...

Só resta o nada.
Serei apenas cinzas.
Não deixo saudades.

(Cris)