domingo, 13 de setembro de 2009

Momento de pensar, calar e partir...

Sou prisioneiro de mim mesmo
Cárcere de ações praticadas,
de amores nunca vividos,
de tudo o quanto não fiz.

Me permiti sonhar,
Acreditar, ansiar.
Transgredi leis imortais.
Sou ser limitado.

Lutei pela vida
Pelas minhas escolhas
Desejei mais do que o permitido.

Senti-me injustiçado
Foi batalha perdida.
Rendi-me ao inimigo invisível.
Perdi a paz.
Sai ferido.

Magoei pessoas que amei
A culpa é minha sentença.
A esperança é nula.
O ego agoniza.

Necessito romper
a covardia conflitante,
Sair de Cena.
Esquecer quem sou...

Só resta o nada.
Serei apenas cinzas.
Não deixo saudades.

(Cris)

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