domingo, 11 de outubro de 2009

Abrigo acolhedor

Coloco-me indefesa em teus braços
E me aninho neste abraço de almas
Silenciosamente revelador
Feito abrigo acolhedor

Desabafo sentimentos que oprime
Em um diálogo monólogo...
Confesso-te o que sonho e o que faço,
O que Penso e onde falho

Temos por mistério a cumplicidade real
Em um dialeto irreal
Que transgride as convenções,
E explode em emoções...

Tua imagem desconhecida
Projeta-se no riso que desperta
No recuo das incertezas
Em uma chama de recomeço.
(Cris)

Nenhum comentário:

Postar um comentário